Sobre o Blog


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Eu, Por Mim Mesma


Eu sigo a seguir a inconclusão das rotas, insistindo em retirar a vida da mira do tempo e descobrindo a arte de reconciliar os contrários.

Já não faço mais casulos. Nasceram-me asas e preciso voar!


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Créditos

Lizzie - pelo novo lay
True-Luv - pela tabela do perfil
Lena Lucky - pelos ajustes
Maria Fernanda - pelos desajustes [rsrs]








Look at the stars,
Look how they shine for you,
And all the things you do,
Yeah, they were all yellow...

 

 

Há coisas que o dinheiro não compra e que palavras não podem descrever.

 

 

 

 

Coldplay, Via Funchal/SP, 27/02/07



- Escrito por: Mafê às 17h35
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gosto de vocês. gosto dos sorrisos que não vejo, das lágrimas que não sinto. gosto das palavras doces e até das amargas, feitas de chocolate. gosto do sentimento que nasce em mim por estar com vocês. gosto de estar aqui. gosto de ser aqui. gosto de lê-los aqui. gosto deste espaço que é meu e de vocês, sem os quais estaria morto, não teria sentido. gosto da partilha, do amor que nasce entre palavras, entre imagens, entre sons, da amizade sem corpo, só alma. gosto dos beijos deixados, dos abraços tão apertados que quase me sufocam sem mesmo me tocar. por isso esse presente. porque gosto de vocês. gosto de gostar.



- Escrito por: Mafê às 20h04
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“Há livros de que apenas é preciso provar, outros que têm de se devorar, outros, enfim, mas são poucos, que se tornam indispensáveis, por assim dizer, mastigar e digerir”. [Francis Bacon]

 

Finalmente consegui concluir minha lista literária para 2007, pois só hoje chegou o livro que aguardava.

 

casório?! – Marian Keyes [lendo]

por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? – Allan e Barbara Pease [lendo]

ramsés v – sob a acácia do ocidente – Christian Jacq

quando nietzsche chorou – Irvin D. Yalom

neve – Orhan Pamuk

distraídos venceremos – Paulo Leminski

a hora da estrela – Clarice Lispector

o livro do desassossego – Fernando Pessoa

o dia do curinga – Jostein Gaarder

poesia – Sophia de Mello Breyner Andresen

 

O livro poesia, publicado em 1944, é considerado o primeiro de Sophia Andresen. Contudo, só o encontrei em e-book.

Sei que vai ser cansativo, mas alguns sacrifícios valem muito a pena.

 

E agora me diga, qual o melhor livro que você leu até hoje?

 



- Escrito por: Mafê às 17h38
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 Hoje faz uma linda manhã de verão. Quente e aconchegante, que inspira o meu coração.

Tenho que confessar que nos últimos dias me senti um pouco estranha, uma inquietude tomou conta de mim. Mas hoje estou bem. De bem com a vida e comigo mesma.

Acho que todo ser humano vive uma certa dualidade dentro de si, uma inconstância interior, sem contar que as mulheres, em particular, possuem mais fases que a Lua... [rsrs]

O importante é que hoje me sinto feliz e como já disse Rimbuek, a felicidade não é uma estação onde chegamos, mas uma maneira de viajar.

 

Homem feliz é aquele que, ao despertar, se reencontra com prazer, e se reconhece como aquele que ele gosta de ser. (Paul Valery)

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 12h18
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Sou feita de extremos, nunca de meios-termos.

 

 

Dias de sol, de luz. Caminhando, passo a passo, constrói-se o caminho. Tropeçando ali, caindo acolá; contudo, a história está sendo escrita. A pena toma forma e a alma, corpo. O enredo parece confuso, desconexo. Mas a cada linha, toma contorno uma epopéia convexa.

E na prolixidade dos dias, cada minuto tem sido feito de concretude. As ilusões foram trancafiadas num baú, escondido em lugar incerto e não sabido. Os sonhos adormecidos, sabidos e ressabidos, despertaram para uma nova era. Castelos de areia se desfazem com o vento, enquanto templos emergem fortalecidos pelo mármore.

Noites de lua, de estrelas. Nada mais belo e distante; perfeito e inconstante. Como a vida, como eu, você. Cada qual, um universo cheio de sóis e estrelas, a ser explorado.

A alma subsiste entre o dia e a noite, a luz e as trevas. Conciliando os contrários, encontra-se o equilíbrio esperado: não há meios-termos quando se deseja viver plenamente.

 

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 10h39
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[...]

 

Dias cinzentos. Não consigo encontrar o arco-íris além do horizonte. Talvez porque eu só encontre o meu horizonte com você. Quando você olha nos meus olhos e diz que me ama. Quando toca meu corpo e me deseja. E enlaçados, sua boca desenha nossa história em mim. Você sorri. Eu sorrio. Assim, você se faz rio a me percorrer. Suspirando por desaguar no mar do meu ser.

Mas eu não me acostumei com esses dias frios. Porque quando você precisa partir, a saudade machuca. A espera atormenta. A chuva persiste. E sozinha, eu perco minhas forças. O chão. E mesmo com asas, sua borboleta tem medo de voar. Fica sem rumo. Fora do prumo.

Mas não se preocupe, pois sua menina já aprendeu. Eu enxugo os olhos borrados. Retoco o gloss cor-de-boca. Da minha. Para a sua boca. E espero o tempo que for preciso. Pois quando o rio encontra o mar, não há doce, nem salgado. Já não sou eu, nem você. Somos mais. Somos nós. Somos um. Somos oceano. Que se finda no horizonte, junto com o arco-íris. Aquele mesmo, que só encontro quando estou com você!

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 15h58
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Love Comes Again

Sábado fomos curtir DJ Tiësto em Ubatuba e o melhor trance do planeta. Sempre fui apaixonada pelo som que ele faz e aproveitei para curtir e dançar como nunca.

As apresentações no Brasil fazem parte da Tiësto Brazil Tour January 2007 e algumas cenas serão incluídas no DVD sobre a turnê mundial, que será lançado em breve. Mas isso, pouco importa...

Embalados ao ritmo do melhor DJ do mundo, mal pude acreditar quando ele tocou a nossa Love Comes Again. Voamos sem sair do lugar. Fizemos amor com o olhar. O tempo pareceu parar. O beijo, se eternizar.

Com a lua por testemunha, fizemos tolas juras. Mas o que torna o amor ainda mais especial, além das nossas tolices?

 

 

 

 

"O mundo quer-me mal porque ninguém
Tem asas como eu tenho! Porque Deus
Me fez nascer Princesa entre plebeus
Numa torre de orgulho e de desdém.

Porque o meu Reino fica para além...
Porque trago no olhar os vastos céus
E os oiros e clarões são todos meus!
Porque eu sou Eu e porque Eu sou Alguém!

O mundo? O que é o mundo, ó meu Amor?
__O jardim dos meus versos todo em flor...
A seara dos teus beijos, pão bendito...

Meus êxtases, meus sonhos, meus cansaços...
__São os teus braços dentro dos meus braços,
Via Láctea fechando o Infinito”.


(FLORBELA ESPANCA)

  



- Escrito por: Mafê às 14h10
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Parabéns, parabéns...

 

Hoje meu blog completa um ano. Como o tempo passou rápido...

Foram várias reflexões, muitos desabafos. Sonhos publicados, alegrias compartilhadas, medos revelados, delírios realizados.

Cada um de vocês pôde conhecer um pouquinho do melhor e do pior que há em mim. Inseguranças. Certezas. Lágrimas. Sorrisos.

Puderam acompanhar também meus vôos, feito borboleta que não sabe direito para onde ir, nem ficar. Mas que acertou a rota e aprendeu como e aonde pousar.

Mas o mais importante foi tê-los aqui. Guardo cada comentário como uma carta, enviada por um amigo querido e distante.

Por isso, quero lhes agradecer por cada letrinha escrita, pelos minutos dispensados e pela paciência que tiveram comigo. Podem parecer insignificantes, mas todos eles são muitos importantes para mim!

Fiz amizades preciosas. E sei que foi só o começo!!

Para entrar, não precisa de convite!!

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 12h39
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Mea Culpa

 

Sei que devo desculpas pelo sumiço, mas posso me justificar.

Eu estava cansada da rotina, sem feeling algum para escrever algo compreensível e com o corpo pedindo descanso. Foram trinta e seis meses sem férias...

E o que se faz quando não dá mais para segurar? Relaxa e goza!

Deixei o blog. Abandonei a academia. Fechei o escritório. Arrumei as malas. E dediquei alguns dias exclusivamente para mim.

Resultado? Nenhum. Férias cansam [e como! rsrs]. Bom foi saber que tudo volta ao normal depois delas.

Mas o descanso me fez bem. Fiz novas amizades, conheci praias lindas [adoro o mar!], sofri algumas overdoses de sorvete e dei um up no bronzeado.

O engraçado foi perceber que o simples fato de iniciar o ano novo já fez com que eu me sentisse com as energias renovadas. Por isso, estou aqui fazendo o dever de casa [rsrs].

E mudando diametralmente de assunto, sinto que 2007 será especial para mim. Não só pelo fato de ser o ano em que me tornarei uma balzaquiana de verdade, com todo amor e tesão que houver nessa vida, mas porque me tornei uma mulher mais madura, segura, mesmo tendo muito por aprender. Que sabe muito bem o que quer e que corre atrás dos seus sonhos, deixando a adultez de lado quando preciso.

Querem saber de uma coisa? Sou uma entusiasta nata e tento fazer de cada ano, o melhor da minha vida.

 

Feliz por estar de volta!

Estava com saudades!

 

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 16h51
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Hoje é a festa da minha nova idade, novidade que continua continuando, sem inovar, feito rio que corre sem se mover, movido pela força de ter que ir, sem poder ficar. Assim o tempo, a vida, você, eu...

Persegue em mim este encanto de saber-me indo. Este não parar, não poder ficar, contínuo indo, constituindo-me para sempre findo. Esta abnegada forma de viver morrendo, crescendo e de ser feliz.

 

 



- Escrito por: Mafê às 12h21
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Borboletas Paralíticas

 

"Sim, eu sei.

Pode parecer maluquice,

mas eu vou mesmo desparafusá-las

e arremessá-las no jardim.

Mesmo que elas não possam voar,

ficarão entre as flores,

o devido lugar de borboletas paralíticas.

Não suporto mais essa idéia de abrir a janela,

levantar os vidros e vê-las ali,

disfarçadas de dobradiças."

[Rita Apoena]

 

 

Saí do ostracismo gramatical em que me encontrava. Mas não esperem nenhuma epopéia hoje. Estou ansiosa demais para articular os vocábulos e os sentimentos corretamente. No entanto tenho que confessar, me comportei feito uma borboleta paralítica, disfarçada e escondida, com medo das palavras dele se concretizarem e do sonho se tornar realidade.

Mas cansei de ficar presa à madeira, sem poder voar. E como hoje é sexta-feira, abramos a janela e viremos a página, pois a história da minha vida quem escreve sou eu!

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 13h37
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De repente as palavras sumiram e eu fiquei sem saber por onde procurá-las.

Talvez tenha sido esse turbilhão de sentimentos que as tenha afastado ou, simplesmente, puro desencontro da razão e emoção.

E apesar de estarem em mim, ainda me faltam...

 

 



- Escrito por: Mafê às 16h46
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De repente, não mais que de repente...

 

E eis que o inesperado aconteceu, tal qual o sol da nossa noite em claro. Sem bússola, norte e sul se confundiram e se completaram.

O amor se fez presente, premente, urgente. Já não nos pertencíamos mais. A alma transbordou em verso e prosa; sussurros e gemidos.

No espelho castanho dos seus olhos vi minha felicidade refletida. Nossa história escrita a quatro mãos e desenhada por pernas entrelaçadas.

Brincando de ser um, nos redescobrimos mais pares do que nunca. E no momento que sua boca procurou pela minha, se perdendo no meu céu estrelado e piscante de prazer, compreendi que sou sua sem reservas.

Que o fogo que nos queima não se consome de uma só vez, mas se consuma e se perpetua, ardendo sempre que os desejos coincidem e o plural de nós dois se concretiza.

E ainda ouço sua voz grave pedindo para eu não partir, feito menino implorando colo. O meu colo. Num sorriso sôfrego, abro-me novamente a sua porta; estou para ficar.

Assim, você amou o meu mais puro amor e na madrugada fria, lhe cobri com minha pele macia.

 

* Quando você me acendeu, fiquei toda arrepiada * Vi claridade no breu, minha alma iluminada * Senti uma febre danada, perdi minha hora marcada * Abri minha porta fechada e o meu corpo tremeu * Quando você me entendeu, eu não entendia nada * Minha vida renasceu e amei estar sendo amada * Senti uma febre danada, perdi minha hora marcada * Abri minha porta fechada e o amor se rendeu * Seja lá quem te mandou, meu amor te recebeu * E hoje o céu de sua estrela, menino, sou eu * [Roberta Mendes/Jorge Portugal]

 

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 17h22
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My November

 

Faltam exatamente vinte dias para o meu aniversário. Desde criança conto nos dedos o quatorze de novembro chegar.

Nunca tive medo da idade e confesso que adoro aniversariar.

Com o tempo, aprendi a domar a minha ansiedade e ser uma escorpiana de verdade, com todas as agrurias que isso pode significar. Vivo intensamente tudo. Não tenho vergonha de dizer que amo, tampouco medo de dizer que odeio. Arrisco tudo pelos meus sonhos e não desisto facilmente.

Por outro lado, não tenho uma convivência pacífica comigo mesma. Me é difícil administrar um turbilhão de emoções, feito um vulcão prestes a explodir. Mas aos pouquinhos vou me lapidando. Sem pressa. Há ainda muito tempo.

Acho que sou meio mulher-menina-criança. Não sei se é bem essa a ordem correta. Mas pouco importa.

O importante é que o grande dia está chegando e estou feliz em poder compartilhar essa data com pessoas tão especiais como vocês.

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 15h20
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“Ouvi dizer que são milagre

Noites com sol

Mas hoje eu sei não são miragem...”

 

Você diz que sou a lua de suas madrugadas e o sol que para você brilha todos os dias. E que comigo suas noites são sempre claras, pois como num eclipse minha luz afasta a escuridão do seu coração.

Para mim, você é a melodia certa para a minha vida. A razão dos meus dias. Minha estrela decaída, que se descolou da abóboda vizinha e veio comigo ficar.

Há muitos astros no céu, a milhões de anos luz de nós, bem sei. Mas há uma estrela aqui mesmo ao pé do meu coração, que foi desenhada com amizade e paixão. E essa é a matéria com que se faz o amor. O meu. O seu.

É o que faz suas noites terem sol, meus dias terem a trilha sonora perfeita e nos faz parecer tolos aos olhos dos outros.

Mas se é assim que você me sonha e deseja, serei a luz das suas noites sim, enquanto durar a eternidade do nosso amor.

 

“Pode abrir a janela

Noites com sol são mais belas

Certas canções são eternas...”

 

 

 

 

 



- Escrito por: Mafê às 11h00
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